
Manos e Minas - JujuDenden Minas do Basquete de Rua
O jovem produtor israelense Kutiman, 27 anos, é um “tarado” pelo site Youtube. Foi apartir dessa sua tara e adoração, que resolveu se trancar nos dois primeiros meses de 2009 para compor sete músicas se utilizando de uma "orquestra" de pelo menos 100 músicos. Retalhando pedaços de clipes de músicos de várias partes do mundo depositados no Youtube, Kutiman com os fragmentos compôs reggae, rock, funk, etc. Kutiman trabalhou com o software de imagens da série Vegas da Sony e mixou as imagens coletadas para criar as composições inéditas que já saiam automaticamente como um clip. Ele diz: “eu apenas colei”.
O resultado é muito bom é pode ser visto/escutado no site thru-you.com/#/videos.
Quanto a questão dos direitos, Kutiman afirma que nada do que foi copiado contou com a autorização dos autores originais. Alguém reclamou? "Alguns entraram em contato comigo. Falei com um dos cantores pelo telefone, e foi muito legal. Todo mundo amou o projeto e agradeceu por ser incluído nele. Agora recebo vídeos com gente tocando e pedindo: 'Por favor, me use na próxima vez'." – afirma Kutiman.
Abaixo duas composições de Kutiman
The Mother of all Funk Chords
This is what it Became
Kutiman fala sobre o seu Projeto
Assistam as obras completas em:
Foto: culturahiphop
"Moro na favela desde os 29 anos e, dos 8 aos 19, andei no crime que nem louco. Saí por causa de Deus por que polícia não intimidava, tapa na orelha só deixa a criança mais nervosa".
O Elemento:
Nome= Mauro Mateus dos Santos
Nickname= Sabotage
Esse ano, em final de janeiro de 2009 , completou 6 anos da morte do Raper paulista Sabotagem.
Com carreira meteórica, Sabotage foi assassinado a tiros no auge dela, quando as portas
começam a se abrir e todos esperavam uma grande carreira profissional do músico, compositor e cantor-MC. A grande e talentosa promessa do Família Hip-hop Brasil.
Até hoje não se sabe por que, em que condições de sua morte; tampouco os assassinos foram descobertos ou presos, além dossuspeitos da época, logo soltos pela polícia. Aquela velha história dos boatos que correram na época do assassinato: dívidas por drogas, guerra de gangs, etc.
Mas pode ser também ação de grupos de extermínios, desses que correm as periferias do Brasil, assassinando jovens negros, num verdadeiro massacre cotidiano e epidêmico.
O que se sabe é que, apesar da curta carreira, inclusive com participação em alguns filmes, Sabotage deixou um legado enorme de seu talento ao Rap e à história dos movimentos de resistência cultural e artística dos negros da periferia brasileira, via Sao Paulo.
Sabotage participou dos filmes "O Invasor", de Beto Brant, atuando como ele mesmo e participando da trilha sonora com 5 músicas. Em "Carandiru", de Hector Babenco, é o personagem Fuinha e gravou uma música para a trilha sonora. Pelo filme "O Invasor", o raper recebeu o premio de melhor trilha sonora nos festivais de Recife e Brasília, no ano de 2009.
Tinha 29 anos, quando no dia 24 de janeiro de 2003, na porta de sua casa, no bairro da Saúde, recebeu os 4 tiros que deram termos à sua vida e à sua brilhante carreira em ascensão. Deixou três filhos para sua companheira Dalva seguir seu caminho.
Discografia: "Rap é Compromisso", pelo selo Cosa Nostra.
"Respeito é pra quem tem"
"Rap é compromisso, não é viagem"
(Sabotagem)
No anexo: a música "Respeito é pra quem tem"
"Bem-vindo ao Inferno!"
DJ Ras Adauto - NAIPress Berlin
http://radiotvsacyfm.blogspot.com
Respeito é Pra quem Tem - Sabotage
Vincent Ford (c. 1940 – December 28, 2008), known as "Tata", was a Jamaican songwriter best known for receiving writing credit for "No Woman, No Cry", the reggae song made famous by Bob Marley & The Wailers, as well as three other Bob Marley songs. However, controversy persisted as to whether the compositions had actually been written by Marley himself, and had been credited to Ford to allow Marley to avoid contractual obligations, resulting in a legal battle that resulted in the Marley estate being granted control of the songs.[1]
Ford was confined to a wheelchair, having lost his legs due to diabetes. Despite his disability, he was still able to save another youth from drowning when he was a teenager.[1]
At a public housing project in Trenchtown, a neighborhood in the Jamaican capital city of Kingston, Ford ran a kitchen known as "the Casbah" on one of a number of communal buildings built around the courtyards of the complex. Before they achieved fame, Peter Tosh and Bunny Wailer would rehearse at the Casbah, sometimes lasting all night. Bob Marley lived at the Casbah for a time and dated his future wife Rita there before their 1966 marriage. The site has been turned into the Trenchtown Culture Yard, a tourist attraction that is one of the few drawing visitor's into Kingston's inner city, and features the wooden table that Marley slept on and his Volkswagen bus.[1] Prince Charles and Camilla, Duchess of Cornwall visited the site in a 2006 royal visit.[2]
Ford was given writing credit for "No Woman, No Cry" on the 1974 album Natty Dread, as well the songs "Crazy Baldheads" (with Marley's wife Rita), "Positive Vibration" and "Roots Rock Reggae" from the 1976 album Rastaman Vibration. Marley's widow and his former manager Danny Sims sued to obtain royalty and ownership rights to the songs, claiming that Marley had actually written the songs but had assigned the credit to Ford to avoid meeting commitments made in prior contracts. A 1987 court decision sided with the Marley estate, which assumed full control of the songs.[1]
Marley historian Roger Steffens recounted that Marley had acknowledged in a 1975 Jamaican Broadcasting Corporation interview that he had written "No Woman, No Cry" while tuning a guitar in Tata's yard.
While in Trenchtown in the late 1970s, Marley biographer Vivien Goldman asked Ford point-blank "Was it you?" who wrote the songs. Ford never responded to the question directly, answering with a twinkle in his eye "Well, what do you think?". Goldman described Ford as "an unbroken link to a generation, many of whom are now gone", reminiscing that "The last time I saw him he was going into a Marley family gig in Kingston, and he was just borne along on a wave of youth, all admiring him and understanding what he’d come to represent." Given the collaborative nature of reggae, Goldman described how "That song may very well have been a conversation that they had sitting around one night. That's the way Bob's creativity worked. In the end it didn't matter. The point is Bob wanted him to have the money."[1]
Ford died at age 68 on December 28, 2008 in Kingston, Jamaica due to complications of diabetes and hypertension.[1]
[edit] References